COMPARATIVO:
Para a orquídea 1, mantive a haste floral, que havia terminado uma floração.
Para a orquídea 2, cortei a haste, esta também havia terminado uma floração.
O OBJETIVO era descobrir se manter ou não a haste foral poderia interferir na recuperação da planta.
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| A orquídea da esquerda foi denominada de 1, a orquídea da direita, de 2. |
CONCLUSÃO DOS PRIMEIROS RESULTADOS:
Essa primeira experiência indica que a permanência da haste pode retardar o crescimento das raízes. Mas ainda é muito cedo para afirmar, foi a primeira experiência deste tipo.
Irei promover novas experiências e relatar os resultados, assim, tentaremos fechar uma conclusão sobre esse assunto.
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