COMPARATIVO:
Para a orquídea 1, mantive a haste floral, que havia terminado uma floração.
Para a orquídea 2, cortei a haste, esta também havia terminado uma floração.
O OBJETIVO era descobrir se manter ou não a haste foral poderia interferir na recuperação da planta.
A orquídea da esquerda foi denominada de 1, a orquídea da direita, de 2. |
CONCLUSÃO DOS PRIMEIROS RESULTADOS:
Essa primeira experiência indica que a permanência da haste pode retardar o crescimento das raízes. Mas ainda é muito cedo para afirmar, foi a primeira experiência deste tipo.
Irei promover novas experiências e relatar os resultados, assim, tentaremos fechar uma conclusão sobre esse assunto.
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Lá além das fotos de cada processo, fiz um relato total sobre o tempo de permanencia na UTI, detalhei a evolução de cada exemplar. Até chegar a comparação entre os dois casos.
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A sua dúvida, pode ser a de outras pessoas!
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Estou lhe fazendo uma pergunta se puder me responder ficareii muito grata, pois adoro orquideass e qualquer outra florrr...gostaria de saber se esta experiência de uti serve também para catleya, pois ganhei umas mudas muito debilitada e como você estou tentando recuperá-las do modo que você usou na phalaenopsis, espero obter resultado positivo. atenciosamente Luciana
ResponderExcluirSim, Luciana!
ExcluirA única diferença é que a Phalaenopsis tem uma recuperação mais rápida, mas as Cattleya também apresentam ótimos resultados.
Boa sorte!
Beijos